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Equipa da Cruz Vermelha alocada para reforço ao sistema de vigilância epidemiológica já se encontra operacional

As áreas de Lisboa e Vale do Tejo têm registado, nas últimas semanas, os números mais elevados dos casos positivos aos rastreios COVID.

A Cruz Vermelha Portuguesa, além das muitas respostas de controlo e prevenção da Pandemia, enquadradas as áreas da saúde, emergência e contexto social, encontra-se a apoiar a Equipa da Unidade de Saúde Pública da Amadora, reforçando o sistema de vigilância epidemiológica à COVID.

Em estreita articulação com o Ministério da Saúde, a Direção Geral de Saúde (DGS) e Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo, a CVP alocou 10 elementos da Instituição na equipa de investigação epidemiológica promovida pelo Ministério da Saúde e demais entidades públicas do sector, para reforço da monitorização dos contactos aos doentes COVID entre as 48 horas anteriores ao início dos sintomas e os 14 dias posteriores.

A equipa da Cruz Vermelha já se encontra em operacionalidade, depois de ter passado por um processo formativo rigoroso que resultou na sua capacitação.

As pessoas com resultado positivo à COVID são contactadas pela Equipa que faz a monitorização do seu estado de saúde actual e de todos os contactos 48 horas anteriores ao início dos sintomas ou, nas situações assintomáticas o mesmo período de tempo anterior ao teste positivo, bem como nos dias seguintes. A informação recolhida é inserida numa plataforma, desenhada para o efeito, que garante a privacidade do doente.

Com esta informação, é possível classificar o risco de contacto e, sendo considerado de alto risco, é feito o planeamento de uma vigilância mais activa, nomeadamente, isolamento profiláctico e monitorização diária.

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