"Algumas [das histórias destes jovens] são muito trágicas (...) tentamos focar-nos mais no presente e no futuro: Onde é que nós vamos? O que é que fazemos com esta dor?" recorda Cláudia Sabença quando se dirige às situações traumáticas pelas quais estes jovens passaram e que requerem um trabalho cuidado e minucioso.
Créditos: Patrícia Campos, Voluntária CVP